Sobrinho de Pavão e mais três saem ilesos de atentado a camionete



Aral Moreira - MS - Segunda, 10 de Dezembro de 2018
04/12/2018 22h59

Sobrinho de Pavão e mais três saem ilesos de atentado a camionete

Um menino de apenas 9 anos teria ficado gravemente ferido no atentado

Campo Grande News



Os alvos dos disparos foram principalmente as janelas da cabine da camionete. Foto: Divulgação

O sobrinho do narcotraficante brasileiro Jarvis Gimenes Pavão era um dos quatro ocupantes da camionete blindada, crivada com diversos disparos de metralhadora e fuzil, esta tarde (04) em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha com Ponta Porã, a 323 km de Campo Grande.

 

Além de Pedro Chimenes, sobrinho de Pavão, no carro ainda estariam outro três ocupantes, dois deles identificados como Carmelo Escobar e Edward Martinez. Eles teriam tido apenas escoriações leves, devido aos estilhaços das balas, mas um menino de apenas 9 anos teria ficado gravemente ferida.

  

Conforme o site Ultima Hora, a criança estava em um veículo que passava próximo a camionete na hora do atentado. Após o atentado, Jonathan Chimenes, outro sobrinho do narcotraficante Jarvis Chimenes Pavão, tentou forçar a abertura do carro atacado a tiros para retirar os ocupantes, mas a polícia o impediu.

 

Atentando – O veículo seguia por rua do Bairro Guarani a poucos metros do estádio Río Parapití, onde amanhã será disputada a final da Copa Paraguaia de Futebol. Devido aos tiros os pneus da camionete foram furados, fazendo com que o veículo parasse no meio da rua, interditando o tráfego e atraindo a atenção de dezenas de moradores.

 

Conforme testemunhas os atiradores estavam em dois veículos, um deles um caminhão modelo Toyota Fortuner, branco. Os disparos teriam sido de fuzis e metralhadoras AK 47.

 

Jarvis Pavão - Apontado pela polícia como um dos maiores fornecedores de cocaína do Brasil, o narcotraficante sul-mato-grossense Jarvis Gimenes Pavão, cumpri pena de 17 anos e 8 meses de prisão no presídio federal de Mossoró, no Rio Grande, por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. 

 

No período em que esteve preso no Paraguai, mesmo atrás das grades continuou controlando sua rede de tráfico de cocaína para o Brasil e já até foi comparado ao narcotraficante colombiano Pablo Escobar pela forma como assumiu o controle de importantes rotas de cocaína e por construir um apartamento de luxo dentro de um presídio de segurança máxima em Assunção.




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