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Combate a coronavírus no país mira produção e distribuição de vacina



Aral Moreira - MS - Quarta, 28 de Outubro de 2020
09/03/2020 10h28 - Atualizado em 09/03/2020 11h28

Combate a coronavírus no país mira produção e distribuição de vacina

Brasil não vai entrar na corrida de pesquisa, mas quer ter infraestrutura, diz Mandetta.

Agência Brasil



O ministro Mandetta, da Saúde. Foto: Divulgação

O governo Jair Bolsonaro definiu a estratégia de combate ao coronavírus. O plano vai além dos procedimentos recomendados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e da garantia dos estoques dos produtos necessários para a prevenção e o tratamento dos infectados. 

 

Tampouco o Brasil entrará na corrida pelo desenvolvimento de uma vacina ou de um retroviral, onde já há outros países na vanguarda. O governo decidiu concentrar energia e recursos num lance à frente, afirmou ao Valor o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta: prepara a infraestrutura para a produção e distribuição das vacinas ou remédios, quando estes forem descobertos.

 

As dificuldades enfrentadas pelo país em outra crise na área fundamentaram essa decisão. “Na [crise] da H1N1, não tinha produtor suficiente”, relembrou o ministro. A falta de autossuficiência do Brasil ficara explícita.

 

Entre reuniões de monitoramento da situação da epidemia, encontros no Palácio do Planalto para tratar do tema e gestões no Congresso Nacional com o objetivo de obter apoio às iniciativas da sua pasta, o ministro detalhou o que considera fazer parte de uma corrida tecnológica e do xadrez geopolítico.

 

Para ele, está em curso uma corrida para se ter uma forma de identificar rapidamente, via exame da saliva, por exemplo, pessoas que possam estar infectadas pelo coronavírus em portos ou aeroportos.

 

Em outra pista, há uma disputa para o desenvolvimento e a produção de um retroviral. “A China deve publicar muita coisa, porque eles estão pesquisando isso, provavelmente, muito antes de todo mundo”, comentou o ministro da Saúde, citando uma notícia de que os chineses haviam identificado a proteína pela qual o vírus se liga para entrar no organismo. Se a proteína foi identificada, prosseguiu, o próximo passo será a tentativa de inibi-la. “Assim, ele [vírus] não consegue entrar, que é o retroviral.”

 

Por fim, a corrida é para se ter logo a maneira mais “eficiente e elegante”, como ele próprio define, de combater um vírus - a vacina. “Essa corrida o mundo todo está envolvido. O Banco Mundial liberou US$ 12 bilhões, os Estados Unidos liberaram US$ 9 bilhões, a comunidade europeia mais alguns bilhões de dólares”, enumerou.

 

“O que nós temos que fazer?”, perguntou o ministro, para ele mesmo responder: “Não adianta colocar nosso pouco recurso de ciência para redundância em cima de um mega laboratório desses. Então, nós temos que estar prontos e fazer pesquisa para saber: qual é o vírus, qual é a cepa que está andando aqui, mapear geneticamente, organizar o perfil biológico do brasileiro para saber como nós respondemos a isso, fazer as pesquisas de fundo e preparar o nosso parque tecnológico para que, na hora que você identificar que existe a possibilidade de vacina, termos a capacidade de produzir.”

 

De acordo com o ministro, a carência do Brasil é relativa. Segundo ele, o Instituto Butantã está entregando 72 milhões de doses da vacina da gripe, já lançou uma nova fábrica e está na fase final de desenvolvimento de uma vacina para a dengue.

 

“Vou autorizar um projeto agora que a Fiocruz vinha fazendo, o complexo industrial de Santa Cruz, no Rio de Janeiro”, antecipou.

 

Mandetta também disse que deve autorizar a construção de um fábrica na modelagem “built to suit”, a primeira da saúde em que você constrói para alugar. A modelagem é da FGV (Fundação Getulio Vargas) e a ideia já passou pelo TCU (Tribunal de Contas da União). 

 

“Isso não é para já, mas vai sinalizar o Brasil indo para a autossuficiência de produção de imunobiológicos. Não dá para ficar com este gargalo absurdo”, sublinhou o ministro da Saúde. “Esse complexo industrial, quando estiver na sua plenitude, vai nos dar uma autossuficiência muito grande. Uma capacidade de exportação muito forte”, completou, destacando que a balança comercial da saúde é negativa atualmente. As informações são do Valor Econômico. 




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